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Distrito Sala
Detalhe Evento
DANÇAS ORQUESTRAIS: DO BARROCO AO SÉCULO XX

DANÇAS ORQUESTRAIS: DO BARROCO AO SÉCULO XX

Música & Festivais | Clássica

Casa das Artes Famalicão

Grande Auditório
Classificação Etária
Maiores de 6 anos
Bilhete Pago
A partir dos 3 anos
2018
jun
03
Realizado

Duração

70 minutos

Abertura Portas

11:10

Intervalo

Sem Intervalo.

Promotor

Município de Vila Nova de Famalicão

Breve Introdução

DANÇAS ORQUESTRAIS: DO BARROCO AO SÉCULO XX
Música
3 de junho, domingo, 11:30
Grande Auditório
Entrada: 4 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 euros
M/6 anos
Duração: 70 minutos

Comemoração do 17º aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2018
3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE - Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2018.

Orquestra Sinfónica Esproarte

Direção Musical - Maestro Gustavo Delgado
Apresentação - Jorge Castro Ribeiro


Não obstante o facto de serem artes autónomas, a música e a dança firmaram uma intrínseca relação que está perpetuada desde os primórdios da humanidade, estabelecendo, desde então, uma relação dialética entre o homem, a cultura e a sociedade. Ao longo da história, a música e a dança foram compreendidas enquanto dádivas divinas atribuídas aos mais virtuosos, parte integrante das festividades das cortes medievais e renascentistas, presença obrigatória na convivência cerimoniosa da nobreza e símbolos identitários de cariz popular e nacionalista a partir dos finais do século XIX. O magnificente programa executado pela Orquestra Sinfónica Esproarte revisita incontornáveis danças orquestrais que assinalaram o reportório da história da música ocidental desde o barroco ao princípio do século XX: a Suite Orquestral N.3, BWV 1068, de J. S. Bach (1685 1750), que evoca os padrões rítmicos das sumptuosas danças sociais setecentistas, a Dança das Fúrias, que nos transporta para o desfecho trágico do herói derrotado da ópera Orfeo ed Eurídice, de C. W. Gluck (1714 1787) e o cariz tradicional e nacionalista da música afirmado nas Danças Sinfónicas, op.64, do mais célebre compositor norueguês, E. Grieg (1843 1907), bem como na célebre e sublime Valsa Triste, op. 44, de J. Sibelius (1865 1957).

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Quadrilátero